Hélio dos Anjos prega confiança em atletas do Náutico e coloca que será ‘defensor do clube’

Um treinador intenso e que defende as cores do clube em que está. Essa foi a definição que Hélio dos Anjos, novo treinador alvirrubro, deu dos seus trabalhos. Em sua terceira passagem pelo Náutico, o comandante terá a missão de salvar o Timbu do rebaixamento da Série B após perder o acesso no ano passado quando comandava o Paysandu. Assim, o técnico relembrou as campanhas de 2006 e 1993, e prometeu brigar muito pelo Náutico.
“O comportamento o Hélio dos Anjos nas equipes que eu trabalho é sempre um comportamento de colocar a cara para bater. Eu defendo as minhas cores. Então eu não gostaria nunca de sair de um clube qualquer sem ter sido defensor desse clube, eu não trabalho com isso, eu não tenho problema de me expor, porque, o fundo, quem me conhece, sabe que eu faria de tudo, tudo para ganhar em qualquer equipe que eu comando e é o que eu vou fazer com o Náutico.”
“Em 2006, eu briguei muito pelo Náutico, 1993, eu briguei muito pelo Náutico, como briguei por todas as equipes em que eu trabalho. Brigar, que eu falo, é de querer ganhar. E muitas vezes, para querer ganhar, você se expõe e eu não tenho preocupação de me expor, porque, por parte do futebol brasileiro, se ter um respeito muito grande por tudo aquilo que nós procuramos ser e fazer”, contou.
O experiente técnico chega em momento complicado ao Timbu. Com uma vitória em apenas 12 jogos e afundado no Z4 da Série B, o Náutico viveu um momento de contestação a dois dos suas referências – Jefferson e Jean Carlos -, que foram barrados em escalações durante a Segundona para que fossem preservados de críticas da torcida. Entendendo esse momento, Hélio dos Anjos apontou que sua forma de buscar recuperar e motivar os atletas é através da cobrança.
“Cada profissional tem a sua maneira de tentar recuperar o jogador e eu chegando em um clube que tem elenco montado, minha primeira responsabilidade é recuperar alguns jogadores que estão com baixo rendimento. Tenho que partir para trabalho, conversa, orientação e eu tenho que partir para uma coisa fundamental, dar confiança para esse atleta. Uma cobrança, mas transmitindo confiança. E eu confio em vários jogadores desses, confio muito no rendimento deles, têm condições de melhorar baseado no trabalho, baseado em conversas e baseado em se criar um ambiente de comprometimento maior”, explicou o novo comandante.
“Nós não podemos direcionar um momento ruim a este ou aquele jogador, é um momento de todos, porque na vitória ganham todos, na derrota perdem todos, então, nós temos que dividir essa responsabilidade e eu, como comandante a partir de agora, assumi essa responsabilidade na recuperação de atletas e isso é o que nós vamos procurar fazer”, concluiu.
Informações do Diario de Pernambuco

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